quarta-feira, 30 de julho de 2008

Mais uma rodada, outra cidade

Depois da sensacional goleada por 7 a 1 sobre o Figueirense, jogo este que cobri no Orlando Scarpelli para a Grêmio Rádio, não escrevi nada sobre a partida por pura falta de tempo. Mas, como tenho feito nas últimas viagens, deixo aqui as minhas impressões como repórter.
O Scarpelli é um estádio simples, mas muito bom para trabalhar. Boas condições para a reportagem, tudo muito organizado e com muita facilidade para exercer o trabalho. Já Florianópolis, que visitei pela primeira vez, foi apaixonante. Cidade linda, com tudo muito limpo, as pessoas separando o lixo na praça de alimentação do shopping, enfim, belíssima cidade, hoje tomada por gaúchos e paulistas, com poucos manézinhos.

Hoje estou escrevendo do hotel Sheraton em Curitiba, onde amanhã acompanho o jogo Grêmio x Coritiba ao vivo na Grêmio Rádio. Deveria ter chegado na capital paranaense no meio da tarde, mas perdemos o avião em Porto Alegre e acabamos chegando no início da noite.

Amanhã, tentarei escrever novamente para dar uma idéia do ambiente da cidade para a partida.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Recuerdos de Recife

Diferente do que escrevi no post anterior, a viagem a Recife começou na noite de terça-feira, mais especificamente às 23h20. A escala deveria ser em Guarulhos, 1 hora da madrugada, mas foi em Campinas devido à neblina. Foram três horas aguardando em Vira-Copos, para sair rumo à Recife às 4 da manhã.
Na capital pernambucana, muito vento e chuva a cada quinze minutos. No estádio da Ilha do Retiro, só decepção. O estádio é muito ruim, a administração é complicada, o cheiro de todos os corredores é terrível. Tanto é assim que a entrevista coletiva do Celso Roth após a partida teve que acontecer no gramado.

Depois do empate em Recife, o Grêmio venceu o Cruzeiro no Olímpico em uma excelente partida de futebol. Fiquei muito satisfeito com a atuação do Anderson Pico nesse jogo, acho que é um jogador que merece retomar a titularidade, se colocar a cabeça no lugar. Pela conversa que tivemos no hotel em Recife, acredito que ele percebeu que seu momento chegou e que é a hora de aproveitar.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Santos e Recife

Não escrevi nada sobre a passagem por Santos porque tivemos muitos problemas técnicos por lá. A internet do hotel era uma merda, o equipamento de tv não funcionou e o notebook parou de funcionar.
Sobre a Vila Belmiro: um estádio antigo, bastante desatualizado, onde a torcida fica a quatro passos do gramado, muito próxima da imprensa. Mas é um estádio que representa o rei Pelé. Tudo na Vila lembra Pelé.
Hoje à noite embarco com Haroldo Santos para Recife, onde amanhã cobrimos o jogo Sport x Grêmio. Será uma viagem cansativa, afinal, chegaremos na capital pernambucana no meio da madrugada de quarta, indo direto para o hotel buscando algumas horas de sono. A partir das 17 horas, nos deslocamos para a Ilha do Retiro e, após a partida, vamos direto para o aeroporto, viajando durante toda a noite, com previsão de chegada em Porto Alegre às 6 horas da manhã de quinta-feira.
Quem mandou ser jornalista !?

Reforços na dupla

A dupla Gre-Nal está investindo pesado para o restante do Campeonato Brasileiro e já desponta como principais adversários do Flamengo na disputa pelas primeiras posições da competição.
O Grêmio já apresentou os meias Souza e Orteman, devendo anunciar um atacante nos próximos dias. O nome de Grafite, hoje na Espanha, foi especulado.
Já o Inter, que começou modesto, anunciando o zagueiro Danilo e o meia Rosinei, prepara a grande contratação da temporada, o argentino D'alessandro. Aliando essa contratação com a permanência de Guiñazu, o Inter volta a ter um dos melhores setores de meio-campo do futebol brasileiro.

Aspirações da dupla voltam a ser de gente grande.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Últimos momentos de Rio

Como passei o dia com os colegas de imprensa que estão acompanhando o Grêmio aqui no Rio, participei de muitas conversas que pautaram o noticiário do fim do dia. Portanto, realmente acredito na possibilidade de contratação do Rafael Sobis. Outro detalhe é a grande possibilidade de Souza ser apresentado como novo reforço do Grêmio em Santos, na quarta-feira, ou em Porto Alegre na quinta-feira.
Amanhã ao meio-dia embarco para São Paulo e de lá para Santos, para cobrir o jogo de quarta-feira na Vila Belmiro.

Saio do Rio de Janeiro com o sentimento de dever cumprido e ciente de que, se algo ficou em aberto, não foi por falta de vontade.

Terminei a noite na cobertura do hotel, olhando para o Cristo Redentor e agradecendo pelo momento vivido e, na seqüência, tomando um chopp na Av. Nossa Senhora de Copacabana com os colegas jornalistas do Rio Grande do Sul.

Agora, tudo é Santos.

Rio rubro-negro

O futebol carioca vive um momento totalmente rubro-negro. É o que se vê na tabela do Brasileiro e o que se sente nas ruas do Rio. Com o Flamengo liderando com folga o campeonato, as camisas do time são vistas em qualquer esquina.
A imprensa esperava um novo espírito no Vasco, agora presidido pelo ídolo Roberto Dinamite, mas o clube foi derrotado, de virada, pelo Figueirense ontem. Já o Botafogo precisava da vitória sobre o Grêmio, senão Geninho acordaria desempregado hoje. Sua pele está salva, pelo menos, por mais uma rodada. E o Fluminense, o grande carioca até a semana passada, segue na lanterna do campeonato e tem o trabalho de Renato Gaúcho muito criticado por todos.

Parece, realmente, que o Rio de Janeiro está cada vez mais rubro-negro e a tendência é de que siga assim por algum tempo.

Impressões do Engenhão

O Grêmio novamente não fez uma boa partida e dessa vez saiu derrotado do Estádio Engenhão. Foi opinião unânime de todos os membros da direção que foram entrevistados por mim no final do jogo, ainda no João Havelange, antes do retorno ao hotel. Também é opinião geral que o Grêmio dificilmente fará outra partida tão ruim como ontem.
Aos amigos jornalistas, digo que o Engenhão é um estádio muito bom de se trabalhar. Tudo é de fácil acesso e controlado pela assessoria de imprensa do Botafogo. Além de ser um estádio lindo, apesar do gramado muito ruim.

O único problema é a distância do hotel. Estamos em Copacabana e a ida até o Engenhão dura aproximadamente meia hora, mesmo com o taxista não andando abaixo dos 120 km/h, para desespero meu, do Haroldo Santos e do Filipe Gamba.
Hoje à tarde, o treino do Grêmio é na praia de Copacabana. Lá estarei.

domingo, 6 de julho de 2008

Rumo ao Engenhão

O Grêmio já está pronto para a partida de logo mais contra o Botafogo, no Engenhão. Celso Roth já viajou com o time definindo, deixando para divulgar apenas na hora do jogo o responsável pelo ataque. O time terá Victor; Thiego, Jean e Rever; Paulo Sérgio, William Magrão, Rafael Carioca, Rudnei, Rodrigo Mendes e Helder; Perea.
Haroldo Santos, Valdir Espinoza e eu sairemos do hotel rumo ao Engenhão às 15h30. A delegação do Grêmio segue às 16h15. Acompanhe a transmissão da Grêmio Rádio no site do Grêmio a partir das 17 horas.

sábado, 5 de julho de 2008

Ainda Roger

Aqui no Rio de Janeiro o principal assunto ainda é a saída de Roger, ocorrida na tarde de ontem. Não havia postado nada ainda a respeito, esperei mais um tempo, até para ter uma postura um pouco mais racional.
Agora, aqui no ambiente carioca de Roger, digo que a sua saída é natural, afinal, a proposta era irrecusável. No entanto, o jogador não podia deixar para comunicar à direção sobre a sua decisão na véspera de uma partida importante, como será o jogo de amanhã, contra o Botafogo, aqui no Engenhão. Essa sim foi a traição de Roger, afinal, deixou Celso Roth sem tempo para trabalhar uma equipe com o seu substituto.

Mas esse é o futebol brasileiro, onde os craques duram pouco tempo por aqui e a gente se contenta em ver o que sobra em terras tupiniquins.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Rio-Santos

Embarco no final da manhã de sábado para o Rio de Janeiro, onde faço a cobertura de Botafogo x Grêmio, domingo, no moderno estádio João Havelange, o Engenhão. Antes, há o desejo de ir ao Maracanã, no sábado à noite, para assistir ao jogo Flamengo x Náutico.
Depois disso, terça-feira, embarco para Santos, onde o Grêmio enfrenta o Santos, na Vila Belmiro, quarta-feira à noite.

Vou procurar atualizar o blog com os principais destaques do eixo Rio-Santos.

Mais uma grande experiência nesse promissor início de carreira jornalística.

Título inédito para o Equador

Depois do terceiro gol, eu imaginei que a LDU não suportaria a pressão e que o Fluminense seria realmente o campeão da Libertadores. Quando foi para os pênaltis, achei que o time de Renato Gaúcho não teria condições físicas e psicológicas para derrubar os equatorianos.
Foi o que aconteceu, com as três piores cobranças de pênalti dos últimos tempos e uma aula de catimba do goleiro da LDU, Cevallos.

Não dá para esquecer que o Fluminense fez uma bela campanha na competição, derrubando favoritos como o São Paulo e o Boca Juniors. Além do mais, conseguiu igualar um placar que parecia impossível após a derrota por 4 a 2 em Quito.

Mas isso não basta e a taça foi mesmo para o Equador. Merecidamente.