terça-feira, 31 de março de 2009

Mediocridade amarela

Procurei no mais íntimo do meu ser um adjetivo diferente, mas o melhor que consegui para definir a seleção de Dunga foi "medíocre". Se fosse falar de todos os jogadores, acabaria me irritando no meio do texto.
Mas preste atenção: Luisão é um péssimo zagueiro; Marcelo é um dos piores laterais esquerdos que já vestiram a camisa da seleção; Gilberto Silva já fez muito pelo Brasil, mas deveria ter parado; Elano é a maior enganação da Era Dunga; Felipe Mello... prefiro não comentar; Ronaldinho Gaúcho é uma caricatura de jogador de futebol; Robinho só aparece em jogo fácil e decidido.
Credo, dirão alguns, como ele voltou amargo. Mas amigos, a seleção brasileira faz isso com a gente.
Na boa, eu escalaria um time com Julio Cesar; Maicon, Lucio, Tiago Silva e Fábio Aurélio; Lucas, Hernanes, Anderson e Kaká; Robinho (porque não tem outro melhor) e Alexandre Pato.
Mas como eu estou aqui para opinar e não escalar a seleção, fico como quero e deixo Dunga escalar a seleção dele.
Aliás, eu estarei no Beira-Rio amanhã à noite para assistir o jogo contra o Peru.

Silêncio

Eu não sei explicar.
Pode chamar de vazio existencial, de falta de criatividade, de preguiça, seja lá o que for. Poderia também colocar a culpa na grande quantidade de trabalho que tenho tido nos últimos dias. Há muita coisa para fazer e pouca gente para colaborar. Para completar, os disponíveis pouco ajudam. Mas deixa pra lá...
O fato é que fiquei mais de quinze dias sem uma postagem aqui no blog. Mas isso é algo do qual não me orgulho, mas também não me envergonho.
É claro que para um jornalista, um período como este pode ser representado como o fim do mundo, mas não vou entrar nessa área depressiva assim. Simplesmente faltou tempo e inspiração.
Mas estou de volta.
E tentando ser pontual.
Logo, logo, alguns posts sobre questões bem atuais...

sábado, 14 de março de 2009

O pior do mundo

Tá certo que foi absurdo o erro de Jonas no jogo contra o Boyacá Chicó, quarta-feira. Ele deveria ter feito o gol em um dos três lances. No entanto, chamá-lo de pior atacante do mundo, como fez o jornal Mundo Deportivo da Espanha, é um exagero.
Justamente os espanhóis, que raramente apresentam bons atacantes. Nos últimos tempos, eles revelaram Raul (que eu, particularmente, acho uma enganação), Fernando Torres e David Villa, esse último, que eu aposto que será grande nome mundial.

Sendo assim, peço aos espanhóis que sigam contratando os atacantes brasileiros para que ensinem como se faz gol, mesmo que Jonas tenha perdido gols incríveis.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Na contramão

Não sei se sou polêmico, mas atualmente ando na contramão das opiniões de muita gente.
Por exemplo, na minha opinião, Ronaldo é ex-atleta. Não serão os recentes gols do ex-Fenômeno que me farão acreditar no contrário. Tenho muito medo do clamor popular e dos dólares da Nike, eterna patrocinadora de Ronaldo, um ano antes da Copa do Mundo. Meu temor é de que, quando se fala em renovação da seleção pós fiasco na Alemanha, ainda se pense em Ronaldo para a África do Sul. Hoje, os quatro atacantes convocados para os jogos contra Equador e Peru (Robinho, Luis Fabiano, Adriano e Alexandre Pato) são os nomes que deverão estar na Copa. Se tiver alguma alteração, talvez seja a entrada de Keirrison no lugar de Adriano. Mas Ronaldo não deveria mais vestir a amarelinha.

Por falar em amarelinha, sou da opinião que a seleção brasileira já deveria estar "praticamente definida" para a Copa do Mundo. Não é o momento de fazer testes com Felipe Mello, por exemplo, que não reune as mínimas condições de estar em uma Copa do Mundo. Dunga já deveria ter um onze encaminhado e trocar peças apenas se ficar realmente comprovado que "fulano vive um melhor momento que sicrano". Mas, como sempre acontece por aqui, teremos testes com jogadores sem nível até o último momento.

Para finalizar, não consigo aceitar Gilberto Silva, Josué, Elano, Julio Baptista e Felipe Mello em uma seleção e Hernanes, Ramires, Lucas e Alex fora da mesma.

Onde está a renovação ?

segunda-feira, 9 de março de 2009

Redondo é rir da vida

Peça publicitária da Skol, sobre futebol. O melhor comercial dos últimos tempos, sobre o assunto, feito no Brasil.

sábado, 7 de março de 2009

Retrô - rodada 29

08/10 - Grêmio 2 x 0 Santos (Olímpico)

O clima no Estádio Olímpico não era bom. Foi o último jogo antes das eleições presidenciais e o pátio do Monumental estava mais tomado pela campanha política do que propriamente pela questão do Grêmio em campo.

Eu mal tinha me posicionado atrás da goleira, ainda não tinha falado nenhuma vez no microfone da Grêmio Rádio desde o apito inicial, quando o gigante uruguaio "Chengue" Morales fez o primeiro gol do Grêmio. O resto do jogo foi de puro sufoco e ouvido ligado no jogo do Palmeiras contra o Figueirense, que por milagre, acabou empatado. O segundo do Grêmio saiu com o Soares, nos acréscimos.

Depois do jogo, tudo no Olímpico passou a ser o segundo turno das eleições presidenciais, na disputa entre Antônio Vicente Martins e Duda Kroeff.

Retrô - rodada 28

04/10 - Grêmio 2 x 1 Botafogo (Olímpico)

Depois da lavada no Gre-Nal, Celso Roth finalmente resolveu apostar nos jovens. Felipe Mattioni e Douglas Costa estavam surgindo no time do Grêmio. E lá estava eu, atrás do gol onde fica a geral, vendo o Botafogo abrir o placar. Pelo menos, na melhor maneira "imortal", na outra goleira, Douglas Costa empatou o jogo ainda no primeiro tempo.

No segundo, Rever usou a cabeça, na minha goleira, para fazer o gol da virada, mantendo o Grêmio em segundo lugar no campeonato, atrás do Palmeiras em numero de vitórias.

Esse foi o jogo em que o Grêmio teve Léo expulso e Rever e Morales indiciados pelo STJD, onde pegaram vários jogos de suspensão, numa clara amostra de que o tribunal estava pronto para prejudicar o Grêmio. No entanto, o efeito suspensivo garantiu os jogadores nos próximos jogos e acabaram absolvidos ou com penas diminuidas na sequência.

Retrô - rodada 27

28/04 - Inter 4 x 1 Grêmio (Beira-Rio)

Depois de muita negociação com a FGF e com o presidente Vitório Piffero, finalmente tivemos tranquilidade para transmitir o Gre-Nal do Brasileirão no Beira-Rio. Com um tática de guerra, para entrarmos no meio da torcida do Inter no pátio do estádio, conseguimos finalmente entrar no setor de imprensa. Peguei o colete da ACEG e fui para o gramado.

Só não imaginava que a patrola colorada estava tão afiada, a ponto de ir para o intervalo tomando quatro na cola. Durante todo o segundo tempo, o que mais falávamos na transmissão da Grêmio Rádio era que a vontade de momento seria juntar o equipamento e voar para longe dali.

No final, tive a oportunidade de entrevistar o Piffero, agradecendo pela recepção que tivemos e parabenizando pelo chocolate aplicado.

O título brasileiro finalmente ia embora ali.

Retrô - rodada 26

21/09 - Atlético PR 0 x 0 Grêmio (Arena da Baixada)

Com um compromisso familiar, solicitei para não ser escalado para essa partida. Como estava com moral com a chefia, fui atendido e assisti apenas o primeiro tempo da partida. Empate manteve o Grêmio na ponta da tabela por mais uma rodada.

Santa Cruz do Sul

Estou desde o início da tarde de hoje em Santa Cruz do Sul. Amanhã tem o jogo entre Grêmio e Santa Cruz e vou acompanhar pela Grêmio Rádio. Faz muito calor na cidade.
Diferente do que aconteceu em outras cidades, os torcedores que vieram acompanhar a chegada do Grêmio fizeram uma grande festa mas foram embora tão logo os jogadores se acomodaram no hotel, não ficaram atirando foguete e batucando como é de costume. Pelo menos os torcedores que estiveram por aqui não fizeram o clássico coro de "fora Roth".

De novidade, apenas Maxi Lopez e Herrera no grupo de jogadores, mas como vieram vinte jogadores, dois vão sobrar na hora do jogo e a minha aposta é que sejam os argentinos. Estão aqui, como gostam de dizer os treinadores, para viverem novamente o ambiente de viagem e concentração. Mas a certeza nós teremos apenas amanhã, na hora do jogo.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Para o gasto

Não vi o jogo do Inter ontem à noite, mas li todos os sites e jornais que repercutiram a classificação colorada na Copa do Brasil. Hoje pela manhã, consegui ver os gols do Indio e do Alecsandro.

Pelo que li, o Inter passou sufoco mais pela ansiedade de querer marcar o gol logo do que por qualquer qualidade (que não existe) no União-MT. Agora o adversário é o Guarani, outro que deve ficar no caminho, deixando o Inter livre para as fases mais duras da Copa do Brasil.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Papa-Léguas

Quando eu comecei a trabalhar no Grêmio, em 2001, o clube recém havia sido campeão gaúcho e da Copa do Brasil. Um dos símbolos da conquista contra o Corinthians foi o atacante Luis Mário. O Papa-Léguas marcou duas vezes no primeiro jogo da final, depois do Grêmio sair perdendo por 2 a 0.
Nos meus primeiros momentos de Grêmio, Luis Mário foi um dos primeiros jogadores que tive contato. Um cara tímido, mas sempre simpático, amigo de todos. Ele esteve presente também em um momento, pra mim, histórico. No caso das "ovelinhas" do técnico Tite (fato esse que contarei com mais detalhes outro dia), Luis Mário estava na sala de imprensa quando mostrei a gravação para alguns jogadores.
Pois o Papa-Léguas esteve novamente no Olímpico ontem à tarde e eu tive a alegria de entrevistá-lo para a Grêmio TV. Enquanto o microfone esteve ligado, ele falou muito bem de tudo, diz que tem acompanhado o Grêmio, que é um clube que ficou no seu coração.
Já no bate papo informal depois, revelou que está sem clube porque está aguardando uma proposta que o faça sair de casa, "porque as últimas barcas foram furadas", referindo-se principalmente à sua passagem pelo Criciúma no ano passado.
Não sei se ainda tem gás, mas Luis Mário foi um jogador que não era nenhum craque, mas marcou sua história no clube na conquista de 2001.

terça-feira, 3 de março de 2009

"Vamos nos classificar no Beira-Rio"

O futebol é essa maravilha por vários aspectos. Entre eles, o futebol é divertido, somos capazes de ouvir frases espetaculares a cada novo jogo.
Amanhã, o União de Rondonópolis, que tem na zaga o veterano Odvan, vem a Porto Alegre para enfrentar o Inter pela Copa do Brasil. No primeiro jogo, o União venceu por 1 a 0. Mostrando total confiança, o técnico Zé Humberto deu uma declaração ontem ao jornal Diário de Cuiabá:

- Vamos garantir nossa classificação dentro do Beira-Rio.

Com todo o respeito que a comunidade de Rondonópolis merece, não existe a mínima, eu disse, A MÍNIMA chance de o União resistir à pressão do Beira-Rio amanhã. Aposto com quem quiser que a goleada que o Inter vai aplicar amanhã será superior a quatro gols.

Pra falar de dentro do campo, acerta o técnico Tite ao tirar Sandro do time, mantendo Andrezinho para o retorno de D'Alessandro. Não tem porque manter mais um volante para enfrentar o União, time que não vai conseguir passar do meio-campo em Porto Alegre.

Retrô - rodada 25

13/09 - Grêmio 1 x 2 Goiás (Olímpico)

Dizem que essa coisa de sorte ou azar não existe no futebol. No entanto, eu acredito em pensamento positivo e negativo.

Antes do jogo contra o Goiás começar, eu olhei para a boca do tunel do vestiário gremista. Não acreditei no que vi. O filho de um ex-presidente gremista (que prefiro não citar o nome, porque vocês já sabem quem é) estava com seu filho para acompanhar a entrada do Grêmio em campo. Além de toda a carga que carrega, o rapaz vestia uma camisa verde, as cores do Goiás.

Em campo, o Grêmio começou bem e abriu o placar com uma voadora do Léo. Mas você sabe o que aconteceu depois ?

O Goiás virou o jogo e a diferença para o segundo colocado que era de seis pontos, baixou para três. O título começava a escapar por entre os dedos.

Retrô - rodada 24

06/09 - Fluminense 0 x 0 Grêmio (Maracanã)

O Grêmio já tinha feito três jogos no Rio de Janeiro, com três derrotas. Eu estava lá na derrota para o Botafogo. Mais uma vez, eu estava chegando na Cidade Maravilhosa, mas tinha um componente a mais: seria a primeira vez que eu pisaria no solo sagrado do Maracanã, aquilo estava me deixando bastante emocionado.

Seria mais emocionante se o jogo não tivesse sido tão ruim. Mas ruim mesmo, um dos piores jogos que eu já vi. Pouquíssimas chances de gol de lado a lado.

Fiquei apenas com três lembranças positivas: o Maracanã é inesquecível, o Grêmio conseguiu seu primeiro ponto no Rio e eu voltei para Porto Alegre com a camisa do meu amigo Anderson Pico, que me entregou no final do jogo, ainda no gramado do Maracanã.

Fisicamente, alguma coisa aconteceu e eu acabei passando mal durante a noite. Na manhã seguinte, voltamos para Porto Alegre na pior viagem da minha vida, por mais que o avião estivesse praticamente vazio. Parecia que meu estômago sairia pela boca a qualquer momento. Mas não foi nada além de um pequeno susto.

Retrô - rodada 23

31/08 - Grêmio 2 x 1 Vasco (Olímpico)
No meio da semana, teve o Gre-Nal da Copa Sul-Americana no Estádio Olímpico, onde o Grêmio, atuando com os reservas, empatou em 2 a 2 e foi eliminado pelo rival. No final de semana, lá estava eu, novamente atrás do gol da Geral do Grêmio, para acompanhar mais uma rodada do Brasileirão.
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Grêmio conseguiu abrir o placar no segundo tempo, na goleira onde eu estava. Primeiro Marcel cruzando na cabeça de Soares. O Vasco empatou com Alan Kardec. Mas Soares retribuiu e cruzou uma bola na cabeça de Marcel.
Vitória em casa que fez o Grêmio manter a liderança e a vantagem sobre o Palmeiras, segundo colocado até então.

Retrô - rodada 22

24/08 - Náutico 1 x 1 Grêmio (Aflitos)

Sinceramente, eu não tinha a mínima condição de prestar atenção neste jogo. Na tarde anterior, eu havia me formado em jornalismo e a festa, como não podia deixar de ser, foi muito grande. Mas como bom profissional que estava me tornando, cumpri as ordens do coordenador Haroldo Santos e fui ao estúdio da Grêmio TV para acompanhar o jogo.

Em Recife, Márcio Neves era novamente o repórter. Segundo ele, as emoções ao lembrar da Batalha dos Aflitos em 2005 eram evidentes. Mas estavamos três anos na frente e os objetivos eram outros.

Depois de sair perdendo por 1 a 0, os deuses do futebol ouviram as nossas preces e fizeram com que o Grêmio arrancasse um gol no último lance da partida, quando até o goleiro Victor foi para a área adversária. Rever pegou a sobra e mandou uma bomba para empatar o jogo. A liderança, que era tranquila, agora começava a ficar ameaçada. Alguma coisa tinha que mudar.

Retrô - rodada 21

21/08 - Flamengo 2 x 1 Grêmio (Maracanã)


Onze jogos sem perder. Foi com esse saldo que o Grêmio embarcou para o Rio. Eu vinha de três vitórias seguidas fora de casa, mas estava fora deste jogo, iria acompanhar pelo estúdio da Grêmio TV em Porto Alegre. O repórter escolhido foi Marcio Neves, que iria direto para Recife acompanhar o jogo contra o Náutico no final de semana.

Na primeira grande falha de Victor no Brasileirão, soltando uma bola nos pés de Maxi, o Flamengo abriu o placar. No final do jogo, com uma bomba de Souza, o Grêmio conseguiu o empate. Faltando três minutos para o fim, deu mandrake na zaga gremista e Toró fez o gol da vitória flamenguista.

Na entrevista coletiva, nosso repórter perguntou ao técnico Celso Roth se a vitória sobre o Náutico havia virado uma obrigação. O treinador gremista não gostou, cobrou no hotel e tudo começou a ficar complicado para a reportagem da Grêmio Rádio fora de casa.

Retrô - rodada 20

17/08 - Grêmio 1 x 0 São Paulo (Olímpico)




Para o São Paulo, uma chance de entrar no G-4 e ter condições de lutar pelo título. Para o Grêmio, a consolidação da liderança e a certeza de que o tri campeonato brasileiro estaria cada vez mais perto. Para completar, a chuva, ingrediente a mais que apareceu durante toda a tarde e parou tão logo começou a partida.

Logo no início do jogo, Perea, impedido, fez o gol da vitória gremista, após cruzamento de Marcel. Como repórter, fiquei atrás do gol da Geral do Grêmio e vi o Reinaldo acertar a trave duas vezes, com o gol vazio, após driblar Rogério Ceni no último lance do jogo.

A vitória deixava o Grêmio isolado na liderança e onze pontos na frente do São Paulo. Foi a última derrota são-paulina no campeonato.

domingo, 1 de março de 2009

O enigma Celso Roth

O técnico Celso Roth escalou mal o Grêmio para o clássico Gre-Nal. Repetiu uma formação com apenas um atacante, que já havia dado errado no confronto do primeiro turno com o Inter. Terminou o primeiro tempo sem dar um chute a gol e voltou para o segundo com a mesma formação. No início, levou um gol.
Mudou a equipe, tirando um zagueiro e um volante para colocar um lateral-esquerdo (mais um) e um atacante. O Grêmio cresceu na partida, empatou o jogo e não deixou o Inter atacar. A partir desse momento, o Colorado não conseguiu passar do meio de campo. Aí Celso resolver mexer no time novamente.
Tirou um dos laterais esquerdos e recolocou um zagueiro. A partir desse momento, Taison, o grande nome do Inter, voltou a ter espaço e passou a jogar em cima do jovem Heverton, apenas três ou quatro jogos com a camisa profissional do Grêmio. Foi em uma jogada assim que Taison foi derrubado por Heverton, próximo à grande área gremista, pelo lado direito. Cruzamento na área e cabeçada de Magrão, justamente no lugar onde deveria estar Léo, o primeiro zagueiro substituído. Foi o gol da vitória do Inter.
Ainda não consegui entender Celso Roth. Escala mal, arruma o time, manda no jogo e, em questão de minutos, bagunça todo o seu time.
Imagino que a direção gremista vá demití-lo apenas depois da derrota para o Boyacá Chicó, daqui a duas semanas. Pena que será tarde demais.